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segunda-feira, 20 de abril de 2015

4 Coisas que os homens detestam nas mulheres

FALAR DEMAIS
Homens são criaturas práticas! Eu já disse isso aqui! E como criaturas práticas eles gostam de objetividade, e “Falar demais” é uma das coisas que eles não suportam nas mulheres! Eles se queixam de mulheres que falam demais e não dizem nada, que erram a mão no que deve ser dito e acabam caindo na gafe… ou que simplesmente falam demais e cansam a sua beleza! Mulheres tagarelas são um esteriótipo criticado pela maioria dos homens, e são tidas como fofoqueiras bisbilhoteiras, e que cuidam da vida dos outros! Isso irrita os homens porque eles não conseguem entender a necessidade de tantas palavras sem objetivo! Homem gosta de mulher de papo reto!
ESTOU “QUASE” PRONTA
Taí uma coisa que por unanimidade os homens detestam nas mulheres! Dizer que “está quase pronta” e demorar horas para finalmente ficar! eles alegam que não se importam que você demore um tempinho para se arrumar, afinal eles acabam sendo beneficiados com isso… mas eles cobram bom senso! Muitas vezes a noite termina antes de começar por causa dos atrasos femininos! É no mínimo brochante ter que ficar horas esperando! Eles aconselham que as mulheres precisam otimizar o seu tempo, e saberem se expressar melhor! As vezes é melhor pedir para que eles enrolem mais um pouquinho em casa, enquanto você termina de arrumar do que mentir que está quase pronta e deixa-los de molho!
SIM = NÃO; NÃO = SIM!
Homens ficam loucos! A lógica das mulheres parece ter vindo de outro planeta! A maioria detesta quando uma mulher responde sim, querendo dizer na verdade não… e não, querendo dizer sim! Eles simplesmente não entendem o objetivo disso tudo! Mulheres são caprichosas e gostam de segurar o jogo para causa impacto! Elas acreditam que com essas atitudes conseguem manipular os homens com uma espécie de psicologia contrária! Mas o que acaba acontecendo na maioria dos casos é irritando os homens!
“ESTOU GORDA?!”
Essa é uma pergunta tensa, que geralmente a mulher faz para o homem quando já sabe que está gorda e está querendo armar uma armadilha para o parceiro! Elas cobram sinceridade e insistem em garantir que não vão ficar chateadas… o que é mentira! Se o homem responde que “não, você não está gorda!” a mulher fica chateada e alega que ele não está sendo sincero… se ele responde “sim, você está gorda!” a mulher fica puta da vida e diz que ele é um insensível que não dá valor na mulher que tem! Eles sabem que não existe resposta certa para esse tipo de pergunta e detestam quando você insiste em questiona-los!

3 sinais que indicam que é hora de ir ao ginecologista!

O aconselhável é que uma mulher que tem relação ativa,faça a prevenção a cada seis meses, o que significa dizer que ela deve visitar o ginecologista e fazer os exames de rotina como o papanicolau mesmo que nada pareça estar errado! Afinal algumas doenças ficam encubadas por algum tempo sem apresentar sintomas e o quanto antes você tratar melhor. A prevenção feita a cada seis meses é essencial para manter a saúde íntima e garantir que nada mais sério aconteça, mas existem algumas circunstâncias nas quais você deve antecipar a consulta no ginecologista.
A mulher deve sempre ficar atenta a sua higiene e saúde íntima! É preciso sempre observar durante o banho, estar atenta à sensações diferentes durante as relações ativas e etc. Qualquer mudança pode ser sinal de infecção ou doença mais grave. Aspectos como a textura, a quantidade e o odor do muco intimo devem ficar sob observação constante para que você saiba detectar se está acontecendo algo fora do comum. E cuidados com a roupa íntima devem ser redobrados.
Sinais que indicam que é hora de ir ao ginecologista:
– Dor, ardor, incômodo, coceira, irritação: Sintomas que podem ser causados por alergias a produtos e roupas, mas que também podem indicar infecções e contaminações diversas. Dor durante a relação não é normal, e se você sente ou sentir consulte o seu médico.
– Inchaço, feridas, vermelhidão: Sintomas que mesmo sem apresentar dor ou incômodo algum podem ser sinal de contaminação e desenvolvimento de uma doença transmissível! É necessário que você sempre observe o aspecto da vulva e procure por sinais anormais. Doença nem sempre dói.
– Corrimento com coloração branca, amarela, esverdeado ou escuro: Corrimento pode ser considerado normal em alguns casos, mas o aspecto de um corrimento inofensivo é transparente e sem cheiro. Se o seu corrimento mudar de cor e começar a ter um odor fora do comum, consulte o médico. O nosso corpo dá sinais de que as coisas não estão bem, só é necessário identifica-los.

To chocada!!! Motivos para namorar um gordinho? veja:

Quando vc é abraçada por um gordinho, você se sente acolhida, e  é gostoso como uma almofada. 
Dificilmente alguem prefere um tórax super malhado,o conforto é zero, duro e cheio de músculos !Bom é homem grande que consigue te abraçar por inteira.Que mulher não gosta de proteção?

2- A maior parte  dos gordinhos se dão bem com culinária e preparar aquele jantarzinho para você não sera um desafio. Imagine um jantar à luz de velas, tem coisa mais romântica que isso? E o melhor, não vão entortar a cara caso você queira repetir o prato hahahahaha. Quando um homem cozinhar pra você, seus olhos chegarão a  brilhar, ficara encantada e vai adorar saborear as experiências gastronômicas do seu gato.
 
3 – A maior parte dos gordinhos são engraçados, já percebeu ? Não tem coisa mais gostosa do que alguém do seu lado para rir e contar piadas só pra garantir o sorriso estampado em seu rosto


4- Bons na cama! Eles sabem bem fazer a "brincadeira". Imagine “papai e mamãe” e os ossos da barriga do boy sarado batendo nos seus. Nãooo!! Bom mesmo é conforto, algo gostosinho, barriguinha com barriguinha, juro que é mais gostoso! E dormir de conchinha? A barriguinha encontra com a sua lombar e plimmmm, encaixe perfeito! =)

5 – Você pode ir em um restaurante e pedir a maior gordice do mundo e ele vai dividir com você, porque comem sem contar calorias e não te enchem o saco pelos quilinhos a mais. . rsrs

6 – Um bom gordinho não tem frescura em comer, encara um PF,  um cachorro-quente da barraquinha, dividem a panela de brigadeiro nos dias de tpm e encaram a caipirinha da feijoada sem encanar!

7 – Se você está enfiando o pé na jaca, ele está com você. Porém,  se precisa fazer dieta, eles topam também.  Afinal, todo mundo quer perder alguns kilinhos hahahahahaha

8 - Carinhosos, você fica boba de ver o homem que esta ao seu lado, e as vezes chega a se perguntar, sera que isso é real? Carinhos quando tem que ser, durões quando o momento pede. Gordinhos são de mais!

-Você que nunca pegou, ficou, namorou, conheceu um gordinho, experimente e depois me conte! hahahahaha

domingo, 5 de abril de 2015

Maldade: Namorada curiosa se deu muito mal

Todo mundo diz que mulher é muito curiosa e assim um rapaz resolveu fazer uma brincadeira com sua amada namorada. Porém ele não esterava que a moa iria ficar tão apavorada e assustada com a brincadeira, ele deve estar pedindo desculpas até agora, confira tudo novídeo abaixo.

Tentou enganar a namorada, mas quem levou o chifre foi ele!

Este rapaz tentou fazer uma pegadinha com anamorada falando estava com uma amiga deles no motel, mas o que ele não contava, era que ela que estava no motel com outro. Este foi oclássico caso de que o chumbo saiu pela culatra. Confira o vídeo!



sábado, 4 de abril de 2015

Outras dores do parto: mães relatam ‘novo tipo’ de violência obstétrica em hospitais

Centenas de mulheres são vítimas, diariamente, da violência obstétrica dentro de unidades de saúde, que vai desde o tratamento dado pela recepcionista das maternidades às imposições médicas na hora do parto

A alegria em relembrar o nascimento do primeiro filho é ofuscada pela angústia que sente ao relatar a violência que sofreu durante o parto. Este é o caso da vendedora Tayana Guimarães, 23, que derramou lágrimas enquanto contava a história. Assim como ela, centenas de mulheres são vítimas, diariamente, da violência obstétrica - que vai desde o tratamento dado pela recepcionista das maternidades às imposições médicas.
Nos últimos dois anos, o  Ministério Público Federal registrou 53 denúncias de violência obstétrica no Brasil, sendo  três  no Amazonas. Mesmo sendo um tipo de violência ainda pouco denunciada - muitas vezes por falta de informação - há casos que chocam e traumatizam mulheres pelo resto da vida.
A vendedora Tayana se programou para ter o pequeno Luiz Antônio, hoje com oito meses, em casa.  Porém, quando começou a sentir as dores, a família bastante preocupada resolveu levá-la a uma maternidade pública.  Ela optou pelo parto ‘normal’ acreditando que tudo aconteceria naturalmente.
“A doula (acompanhantes de parto profissional) que estava comigo não pôde entrar na maternidade. Tive que ficar deitada na maca do hospital com outras gestantes ao meu lado. Duas médicas passaram por mim para fazer o ‘toque’ enquanto meu marido massageava minhas costas”.
A bolsa foi estourada pela cirurgiã obstetra com um palito. Para piorar a situação, Tayana passou pelo que mais temia: a episiotomia, um corte cirúrgico feito na região períneo. “Deitei, coloquei os pés no apoio e quando vi que a médica ia me cortar, questionei. Mas ela afirmou que como era meu primeiro filho o procedimento era necessário. Mesmo anestesiada, notei a força que ela fazia para fazer o corte. Foram  20 pontos, tive uma hemorragia e ainda estou me recuperando”, relatou.
O bebê de Tayana também não escapou da violência. “Ele chorava muito e no terceiro dia uma pediatra constatou que ele estava com a clavícula fraturada porque ele foi ‘puxado’ com muita força. Ela ainda disse que isso normalmente acontece quando eles fazem a manobra para tirar o bebê”, contou.
Momentos de terror
O que era para ser um momento perfeito tornou-se uma lembrança ruim na vida da artista plástica Marcela Aureliano. Com 32 anos, ela foi impedida de ter um parto natural “por conta da idade”, entre outros tipos de violência obstétrica que sofreu.
“Eu e meu bebê estávamos bem de saúde. Eu havia me preparado para ter meu filho em casa, mas aconteceram alguns imprevistos e meu ‘plano B’ era ir para uma maternidade pública. Já na triagem fui super mal tratada pelas enfermeiras que não sabem lidar com mulheres em trabalho de parto”.Os maus tratos foram além da enfermagem. “A primeira coisa que o médico fez foi perguntar ‘o que eu estava fazendo alí’, argumentando que ‘mulher que tem mais de 30 anos não pode ter parto normal’. Me deixaram em uma maca desconfortável, sem comida e sem água. A dor era muita e lembro que eu chorava bastante”, desabafou.
O ápice da violência foi quando Marcela recusou a ocitocina artificial (hormônio que acelera as contrações na hora do parto) e o médico a abandonou, dizendo que ela “estava fazendo tudo errado”. “Ninguém respeitava o que eu queria e eu comecei a passar mal. Me deram soro com remédio para dor. As enfermeiras falavam que eu tinha que fazer a cesárea. Na sala de cirurgia não permitiram que meu marido entrasse e ainda me mandaram calar a boca várias vezes”.
‘Apavorante’
A professora Gabriela Repolho de Andrade, 23, não sabia o que era violência obstétrica até o nascimento da primeira filha.  Diferente de Tayana e Marcela, a professora sofreu violência obstétrica em um hospital particular, onde foi internada com forte dor de cabeça e visão embaçada.
O plano de saúde não cobria o parto, apenas consultas e exames do pré-natal. “Cheguei ao atendimento de urgência e desconfiaram de pré-eclâmpsia  ( quando a grávida tem pressão arterial elevada). Por causa da carência do plano fui humilhada e constrangida pela médica, que dizia que eu tinha ido ao hospital para  ter o parto de graça”.
A parturiente  foi proibida de ter um acompanhante durante o parto, direito dado às gestantes e preconizado pelo Ministério da Saúde. “Eles me levaram para a sala de cirurgia e pediram um cheque caução para autorizar o procedimento. Mas meu marido não tinha o dinheiro na hora. Minha pressão subiu ainda mais e eu perdi a visão do lado esquerdo durante o procedimento”, contou.
Inquérito civil
Gabriela denunciou o caso ao Ministério Público do Estado (MPE-AM) e Federal (MPF-AM) em 2013, mas a denúncia foi arquivada por se tratar de “um caso isolado, de direito individual”. Orientada por um procurador, ela entrou com um processo cível na Justiça. “Ele também sugeriu formar um grupo para solicitar uma audiência pública e fazer denúncia coletiva. Desde então estamos tentando reunir as mães que passaram por violência obstétrica”.
Para a surpresa dela, o MPF-AM instaurou um inquérito civil em novembro do ano passado para avaliar possível prática de violência obstétrica nos hospitais e maternidades do Amazonas.
Posicionamento
A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) informou que está imbuída na defesa dos direitos da mulher, elaborando condutas e normas de aplicação pelos médicos com o objetivo de universalizar as boas práticas na condução do parto e na busca de caminhos e soluções mais adequadas para ampliar os direitos femininos, assim como na minimização das vulnerabilidades.
Números
Em números, 26.657 partos foram realizados em maternidades estaduais do Amazonas em 2014. Deste total, 40,6%  foram cesáreas, enquanto o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 15%. Em uma das principais  maternidades da prefeitura de Manaus, Moura Tapajóz, 1.072 cesáreas foram feitas de um total de 2.634.
Grupo reúne vítimas de violência
As redes sociais foram as ferramentas ideais encontradas pelo grupo ‘Sagrado Feminino’ para reunir mulheres com o objetivo de compartilhar informações entre gestantes sobre hospitais, médicos e procedimentos. A mais recente luta das ‘mamães’ é para fazer uma denúncia coletiva de violência obstétrica, a fim de conseguirem uma audiência pública no Ministério Público Federal, conforme explicou uma das organizadoras, Gabriela Repolho, que também sofreu violência. 
“Fiz uma denúncia, mas foi arquivada. Então um procurador  orientou que  algumas mulheres se reunissem para apresentar documentos e relatos dos tipos de violência obstétrica que sofremos. Desde então estamos mobilizando as mães que foram vítimas, mas por algum motivo tem medo de denunciar”, ressaltou.
Além da página oficial do grupo, elas criaram uma página só para denúncias:www.facebook.com/ViolenciaObstetricaManausAM.Atualmente o grupo do Whatsapp conta com 60 integrantes e a página no Facebook tem cerca de mil  ‘curtidas’. Informações em (92) 982598643.
"Médicos são vítimas também"
 “Nós também somos violentados, gritam em nossos ouvidos, recebemos xingamentos das mães e dos acompanhantes enquanto estamos tentando fazer o atendimento da melhor maneira que nos é permitido”, declarou a presidente da Associação Amazonense de Ginecologia e Obstetrícia (Assago-AM), Hilca Espírito Santo.
De acordo com a médica, a episiotomia e ocitocina artifical são procedimentos usados “para facilitar a condução do trabalho de parto”. “A ocitocina apressa a expulsão  do bebê, são drogas que precisam ser utilizadas quase sempre. É um risco de vida não usar, pois muitas vezes as pacientes não têm produção suficiente do hormônio. Se tenho uma droga que vai  facilitar dar um ritmo às contrações, não posso lançar mão da tecnologia que me é oferecida? É para o bem da paciente”, esclareceu.
Sobre a episiotomia (corte na região do períneo), a médica explicou que é uma indicação obstétrica feita há mais de um século. “Caso não tenha esse corte, a mulher corre o risco de ter várias dilacerações e teremos que fazer a sutura depois. Não concordo em rotular esses procedimentos como violência. Não somos violentos”.
Ministério prega parto humanizado
O Ministério da Saúde informou que “estimula a adoção de práticas de humanização do atendimento, como o respeito à privacidade da mulher, a abolição da violência obstétrica (episiotomia de rotina, ocitocina artificial, jejum), um ambiente ajustado que possibilite que a gestante escolha melhores posições para o parto, entre outros”. Essas ações são realizadas por meio da estratégia Rede Cegonha, que beneficia com incentivos financeiros as maternidades que aderem ao programa. 
O secretário adjunto de atenção especializada da capital, Wagner William de Souza, garantiu que o conceito de parto humanizado está sendo implantado em toda a rede estadual de saúde. “Iniciamos o processo da implantação da Rede Cegonha.O principal a ser trabalhado é a mudança de processos de trabalhos. Algumas adaptações estruturais também estão sendo feitas na rede para facilitar essa humanização. Sabemos que infelizmente os direitos das mulheres são negados, mas o importante é esclarecer para as gestantes o que consiste um parto humanizado para que ela seja a protagonista do parto”. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

VIDA DE SOLTEIRO (A) !!!

“E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer.
A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo.
De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.
Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”.
Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade.
Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste.
Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem.
A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheço sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.

segunda-feira, 30 de março de 2015

As mais pedidas dos casais veja:

É verdade que cada um tem a sua eleita, mas é nos detalhes que as posições sexuais revelam mais do que simples preferências e asseguram prazer, intimidade e até a perpetuação da espécie com garantias extras.
Desde os tempos mais remotos, o homem vem descobrindo que suas exclusivas possibilidades físicas podem lhe render mais do que trepar em árvores com facilidade, fazer pinça com os dedos ou dançar valsa. Nossos mais antigos ancestrais já sabiam que, no escurinho das cavernas, existiam outras atividades – mais prazerosas e interessantes – em que essas técnicas poderiam ser aplicadas. E a cada dia que passa, a sexualidade humana revela um leque infinito de possibilidades, pelo menos no que diz respeito às posições em que os tais fatos se consumam. Conversamos com praticantes e especialistas e resolvemos comentar e explicar as minúcias das posições preferidas de homens e mulheres. 

Para começar, uma enquete realizada aqui no canal Relacionamento, do Bolsa de Mulher, apontou que mais de 35% das mulheres – a maioria – não resiste a um homem que as deixe de quatro, literalmente. A bióloga e dublê de cantora Juliana Lopes garante que é mesmo disso que o povo gosta. "Eu nunca tinha experimentado. Minha irmã mais velha me botava um terror absurdo dizendo que doía horrores, o que me fez tirar essa posição do meu rol de possibilidades. Como meu namorado na época também não tinha proposto nada, deixei isso pra lá", lembra. Mas só até que uma certa música chamasse a atenção do moçoilo. "Estava fazendo um show com a minha banda e ele estava na platéia. Não sei o que baixou em mim, que eu resolvi provocá-lo com olhares enquanto cantava 'Lança Perfume', da Rita Lee. Só que ele ficou louco com aquela história de 'me deixa de quatro no ato, me enche de amor' e encasquetou de levar aquela idéia a fundo. Aliás, bem a fundo", comenta, maliciosamente. Demovida das idéias aterrorizantes sobre a posição, Juliana cedeu, provou e acabou gostando. "É verdade que nem sempre é bom. É uma posição que depende muito do talento do homem. Se ele não tiver competência, é péssimo. Mas se o cara for bom, é o céu", garante. 

Segundo o sexólogo Joaquim Guilherme de Castro, essa é uma das posições conhecidas há mais tempo pelo homem. "Aliás, não só por ele. A penetração por trás é típica dos mamíferos em geral", comenta. Ficar de quatro, no entanto, é motivo de muita controvérsia, já que o que é vantagem para uns, é desvantagem para outros. "Muita gente se incomoda porque essa posição impossibilita um contato corporal mais caloroso, impedindo a troca de beijos e abraços por exemplo. Mas muitas mulheres se excitam justamente com isso, com o fato de não ver o rosto de quem a está penetrando. Isso pode estimular as fantasias", afirma. O também sexólogo e ginecologista Sylvan Faggiani acrescenta que a posição pode funcionar como um ótimo estimulante à intimidade. "Não encarar o parceiro frente a frente acaba servindo como um bom ingrediente para quebrar a inibição do começo da relação", indica. 

Sobre a dor que eventualmente traumatiza algumas mulheres, Joaquim explica que é tudo uma questão de "sintonia fina". "Cabe ao casal fazer pequenos ajustes físicos para encontrar a posição que mais lhes dê prazer. É claro que existem casos específicos, como um homem que tenha um pênis muito grande ou uma mulher que não consiga relaxar. Mas, de um modo geral, toda mulher pode e deve sentir prazer com essa posição", diz. O que não impede, no entanto, que ele faça algumas indicações para facilitar o "encaixe". "Elevando os quadris, a mulher facilita uma penetração mais profunda e a estimulação da vulva e também do clitóris", afirma. Sylvan Faggiani garante que uma possibilidade para tornar esse tipo de relação mais prazerosa é adotar uma variação em pé ou deitada. "A penetração é tão profunda quanto, mas dessa maneira, o contato corporal é maior, o que pode ajudar a mulher a relaxar mais", completa. 

A mesma enquete que mostrou que a posição de quatro é a preferida entre as nossas usuárias também elegeu como vice a "sentada por cima", com aproximadamente 30% dos votos. "As mulheres gostam de ter o controle da situação", comenta Joaquim Castro. E a designer Marina Graieb não nega. "Me sinto uma rainha! Eu e meu marido gostamos dessa posição principalmente no final, porque eu posso controlar o orgasmo dele. Fico provocando o tempo todo", conta. O Dr. Sylvan diz que existem duas pequenas variações do que ele chama de "carro alegórico", que vão de acordo com a inclinação da mulher. "Com o corpo um pouco voltado para frente, a penetração não é tão profunda. Mas, em compensação, há uma estimulação forte da glande. Já sentada em ângulo reto, a penetração é mais completa", explica. 

A posição pode também ajudar a resolver disfunções dos rapazes. "Ela é a mais indicada nos tratamentos de ejaculação precoce porque é a mulher quem detém o controle da penetração. É ela, com a inclinação do corpo, quem determina o orgasmo do homem", garante Joaquim Castro. Para tornar o contato mais íntimo e transformar o seu desfile de alegorias em um romântico cortejo, os sexólogos recomendam uma variação dessa posição. "Com os dois sentados, um de frente para o outro, com a mulher colocada por cima, o prazer continua intenso", afirma Sylvan. Joaquim diz que o envolvimento sentimental proporcionado por essa outra versão faz dessa posição uma das mais apaixonadas. "A troca de olhares, as palavras, os carinhos. Ela é ideal para tudo isso", acredita. 

Agora, se não há muito tempo ou espaço, nada como a posição da tesoura. "Para aventuras out-bed é a minha preferida. É fácil, muito confortável e é prazer garantido para os dois. Sem falar na versatilidade, porque dá pra fazer em qualquer lugar, basta ter uma bancadinha. Já transei até no banheiro do avião assim", confessa a veterinária Paula Gonçalves. Para Joaquim Castro, a posição é mesmo o que há de mais prático. "Não tem muito mistério. Mesmo que não haja lugar para se encostar, o homem está com as mãos livres e pode apoiar a mulher. Além disso, nem é preciso tirar a roupa toda", afirma. No recém-lançado livro "Kama Sutra no Local de Trabalho" (Ediouro), a autora Julianne Balmain também cita a tesoura como uma mão-na-roda para rapidinhas em lugares proibidos. "Esses excitantes encontros exigem habilidades e planejamento, pois deve ser tudo muito rápido. A penetração não pode esperar muito e talvez não se estenda a mais do que vinte ou trinta movimentos. Essa posição contribui muito para uma forma de erotismo mais exacerbada: é correr para o orgasmo ou ficar pelo caminho", diz. 

Para os mais preguiçosos, porém, os especialistas garantem que a posição ideal ainda é a popularmente conhecida como frango assado ou desnível. "Não é preciso fazer quase nada. É o peso do homem que faz o movimento da penetração", explica Joaquim. Sylvan também afirma que a posição dá prazer para os dois, na mesma intensidade. "Como o ventre fica dobrado, a vagina encurta. Assim, a penetração é mais profunda, além de proporcionar um contato maior da pélvis com o clitóris", comenta. O desnível, inclusive, facilita a fecundação, principalmente se contar com a ajuda de um acessório útil até para o próprio conforto de quem pratica: o célebre travesseirinho, devidamente alojado sob os quadris. "Dessa maneira, o fluxo de espermatozóides para o colo uterino é facilitado. Entretanto, a almofada não pode ser muito grande, já que muita inclinação pode empurrar o sêmen para trás do colo", informa Sylvan. Ele também recomenda que mulheres com o útero elevado evitem a posição, pois podem se machucar durante a penetração. 

Falando em gravidez, se depois de muito experimentar o desnível, os efeitos do travesseirinho começarem a aparecer em alguns meses, isso não significa que é hora de dar um tempo na vida sexual. As grávidas podem optar pela posição da cigarra, também chamada "de ladinho". "É uma posição muito confortável, em que a penetração não é tão profunda. E além de ser convidativa a explorar outras áreas de sensibilidade do corpo, o ventre da mulher não fica exposto a eventuais 'acidentes de trabalho'", brinca Joaquim Castro. Sylvan Faggini alerta ainda que é o ginecologista quem deve dar melhores indicações sobre o assunto, de acordo com o processo de gestação. Feito isso, depois de laterais nove meses de espera, as saudades devem ser matadas em grande estilo. "Quer melhor momento na vida de um casal para um papai-e-mamãe?", finaliza.