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quarta-feira, 18 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
Que nojo!! como pode o ser humano chegar nesse ponto?
Um vídeo vem repercutindo na web e mesmo sendo o mais nojento do seguimento ele ensina com facilidade como a retirar esses pequenos demônios em nossa face, especialmente no nariz que é o local de mais infestação desses pontos negros inconvenientes!
Uma esteticista gravou o atendimento de um de seus pacientes, na verdade é um paciente com um problema cronico de anos sem fazer essa retirada e limpeza, o caso dele é um pouco mais complicado e para que o seu caso não chegue a esse extremo veja como é simples fazer a limpeza.
Par isso ela usa uma haste de metal com um furo central, lembra muito uma agulha de crochê grande, ela faz leves pressões em cima do cravo de modo que ele fique centralizado dentro do furo da haste e assim ele sai por ali, é impressionante esse vídeo como pode alguém deixar chegar a esse ponto? Inacreditável, assista o vídeo e entenda melhor
Uma esteticista gravou o atendimento de um de seus pacientes, na verdade é um paciente com um problema cronico de anos sem fazer essa retirada e limpeza, o caso dele é um pouco mais complicado e para que o seu caso não chegue a esse extremo veja como é simples fazer a limpeza.
Par isso ela usa uma haste de metal com um furo central, lembra muito uma agulha de crochê grande, ela faz leves pressões em cima do cravo de modo que ele fique centralizado dentro do furo da haste e assim ele sai por ali, é impressionante esse vídeo como pode alguém deixar chegar a esse ponto? Inacreditável, assista o vídeo e entenda melhor
quarta-feira, 11 de março de 2015
Após Matar a Namorada ele ainda posta no Facebook se justificando pelo ato veja:
Nem sempre o perdão consegue chegar antes que a fúria quando alguém é traído(a), algumas pessoas chegam a vias de fato e cometem os atos mais terríveis em nome do amor, movidos pelo ciumes.
Foi exatamente o que aconteceu com Roberto Dantas Rocha, 37 anos, quando ele descobriu que sua namorada Jociely Pinheiro, de 22 anos, estava o traindo, e então ele tirou sua vida a facadas.
Foi exatamente o que aconteceu com Roberto Dantas Rocha, 37 anos, quando ele descobriu que sua namorada Jociely Pinheiro, de 22 anos, estava o traindo, e então ele tirou sua vida a facadas.
Ele invadiu a casa onde estava ela e o suposto novo namorado e esfaqueou os dois, o rapaz não chegou a morrer mas foi encaminhado para a emergência em estado critico, mas a namorada não teve tanta sorte, morreu no local.
Ele já pulou o muro com a faca, não dando tempo para o casal reagir e se defenderem, o rapaz até tentou proteger a namorada mas também foi atacado.terça-feira, 10 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Estuprador que que espancou e matou bebê recebe o troco de 20 detentos
Revoltados com o crime que teria sido cometido por Daryell, os outros detentos resolveram se vingar e fazê-lo sentir a mesma dor que a criança. Ele até tentou se impor como lutador, mas acabou sendo estuprado por aproximadamente 20 detentos. Com vários ferimentos, sendo o mais grave na região anal, o acusado recebeu tratamento hospitalar e precisou levar pontos. Ao voltar para a cadeia, porém, os presos o estupraram novamente, arrebentando a sutura.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Veja a criatura extremamente mais assustadora que você já viu.
Fede muito. Anda em 4 ou duas patas — de pé, chega a dois metros de altura. Seu corpo é coberto de pelos avermelhados; seus braços têm garras enormes e afiadas. As dezenas de pessoas que dizem ter visto o mostro dizem que é bicho bravo, com um urro assustador. Para elas, a criatura é o Mapinguari, protagonista de lendas amazônicas. Conhecido como o guardião da floresta, nunca foi capturado ou fotografado, mas atraiu o interesse de um cientista renomado. “Muita gente me disse ter visto o diabo em carne e osso”, afirma o americano David Oren. Ele estudou aves da Amazônia de 1977 a 2001, mas desde 1993 também estava procurando o Mapinguari. Os colegas caíram em cima do biólogo formado em Yale com mestrado e doutorado em Harvard. “Certamente arrisquei a minha reputação”, diz o pesquisador. Mas ele não está sozinho.
Oren faz parte da legião de criptozoólogos, cientistas que buscam criaturas lendárias, dadas como extintas, ou vistas por poucas pessoas. Embora atraia gente séria, conte com associações e tenha tido sucesso em descobrir alguns animais, a criptozoologia também é cultuada por amadores, gente que procurara do chupacabra ao monstro do Lago Ness. Por conta disso, Oren e outros pesquisadores acabam vítimas de bullying científico pela comunidade acadêmica
Nada que os detenha, claro. O primeiro contato de Oren com a história do Mapinguari foi no Acre. “Achava que era uma lenda até visitar a região”, diz. Depois de ouvir pessoas que descreviam os filhotes da criatura, seus hábitos e até o aspecto das fezes, decidiu investigar o assunto. De 1993 a 2001, foram 80 entrevistas com quem supostamente vira o bicho e 7 com gente que jurava ter matado um — mas não guardara nenhuma evidência. Nesse período, ele procurou a criatura em 5 expedições patrocinadas pela Fundação Grupo Boticário (isso, d'O Boticário), quando coletou moldes de pegadas e amostras de fezes... de antas, como descobriu mais tarde.
Mesmo sem ter conseguido uma prova, Oren defende que a lenda indígena se baseia em uma criatura que realmente existiu, a preguiça gigante. O animal, que tinha 3 metros de altura (o Mapinguari teria dois), vivia na América Central e América do Sul, mas está extinto há 10 mil anos. “Nunca afirmei que ele está vivo. Mas acho que a lenda tem uma base real
Oren faz parte da legião de criptozoólogos, cientistas que buscam criaturas lendárias, dadas como extintas, ou vistas por poucas pessoas. Embora atraia gente séria, conte com associações e tenha tido sucesso em descobrir alguns animais, a criptozoologia também é cultuada por amadores, gente que procurara do chupacabra ao monstro do Lago Ness. Por conta disso, Oren e outros pesquisadores acabam vítimas de bullying científico pela comunidade acadêmica
Nada que os detenha, claro. O primeiro contato de Oren com a história do Mapinguari foi no Acre. “Achava que era uma lenda até visitar a região”, diz. Depois de ouvir pessoas que descreviam os filhotes da criatura, seus hábitos e até o aspecto das fezes, decidiu investigar o assunto. De 1993 a 2001, foram 80 entrevistas com quem supostamente vira o bicho e 7 com gente que jurava ter matado um — mas não guardara nenhuma evidência. Nesse período, ele procurou a criatura em 5 expedições patrocinadas pela Fundação Grupo Boticário (isso, d'O Boticário), quando coletou moldes de pegadas e amostras de fezes... de antas, como descobriu mais tarde.
Mesmo sem ter conseguido uma prova, Oren defende que a lenda indígena se baseia em uma criatura que realmente existiu, a preguiça gigante. O animal, que tinha 3 metros de altura (o Mapinguari teria dois), vivia na América Central e América do Sul, mas está extinto há 10 mil anos. “Nunca afirmei que ele está vivo. Mas acho que a lenda tem uma base real
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