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segunda-feira, 20 de abril de 2015

3 sinais que indicam que é hora de ir ao ginecologista!

O aconselhável é que uma mulher que tem relação ativa,faça a prevenção a cada seis meses, o que significa dizer que ela deve visitar o ginecologista e fazer os exames de rotina como o papanicolau mesmo que nada pareça estar errado! Afinal algumas doenças ficam encubadas por algum tempo sem apresentar sintomas e o quanto antes você tratar melhor. A prevenção feita a cada seis meses é essencial para manter a saúde íntima e garantir que nada mais sério aconteça, mas existem algumas circunstâncias nas quais você deve antecipar a consulta no ginecologista.
A mulher deve sempre ficar atenta a sua higiene e saúde íntima! É preciso sempre observar durante o banho, estar atenta à sensações diferentes durante as relações ativas e etc. Qualquer mudança pode ser sinal de infecção ou doença mais grave. Aspectos como a textura, a quantidade e o odor do muco intimo devem ficar sob observação constante para que você saiba detectar se está acontecendo algo fora do comum. E cuidados com a roupa íntima devem ser redobrados.
Sinais que indicam que é hora de ir ao ginecologista:
– Dor, ardor, incômodo, coceira, irritação: Sintomas que podem ser causados por alergias a produtos e roupas, mas que também podem indicar infecções e contaminações diversas. Dor durante a relação não é normal, e se você sente ou sentir consulte o seu médico.
– Inchaço, feridas, vermelhidão: Sintomas que mesmo sem apresentar dor ou incômodo algum podem ser sinal de contaminação e desenvolvimento de uma doença transmissível! É necessário que você sempre observe o aspecto da vulva e procure por sinais anormais. Doença nem sempre dói.
– Corrimento com coloração branca, amarela, esverdeado ou escuro: Corrimento pode ser considerado normal em alguns casos, mas o aspecto de um corrimento inofensivo é transparente e sem cheiro. Se o seu corrimento mudar de cor e começar a ter um odor fora do comum, consulte o médico. O nosso corpo dá sinais de que as coisas não estão bem, só é necessário identifica-los.

domingo, 5 de abril de 2015

Se você souber como é feito o kit kat nunca mais vai querer comer um

O conhecido grupo Greenpeace esta com sua mira focalizada em uma marca bastante conhecida, o renomado Kit Kat, da grande empresa multinacional Nestlé. O grupo mostra uma polêmica campanha onde um vídeodisponibilizado no YouTube afirma que o Kit kat utiliza um oléo de palma como matéria prima principal para o seu chocolate.
Mas o problema causado é que, para que seja cultivadas as palmas, extensas áreas de florestas da Indonésia estão sumindo e com elas várias espécies da fauna provocando a extinção dos orangotangos da região. Essa campanha tem como objetivo passar a mensagem e pedir para que os consumidores parem de comprar produtos da empresa que produzem o kit Kat.

sábado, 4 de abril de 2015

Outras dores do parto: mães relatam ‘novo tipo’ de violência obstétrica em hospitais

Centenas de mulheres são vítimas, diariamente, da violência obstétrica dentro de unidades de saúde, que vai desde o tratamento dado pela recepcionista das maternidades às imposições médicas na hora do parto

A alegria em relembrar o nascimento do primeiro filho é ofuscada pela angústia que sente ao relatar a violência que sofreu durante o parto. Este é o caso da vendedora Tayana Guimarães, 23, que derramou lágrimas enquanto contava a história. Assim como ela, centenas de mulheres são vítimas, diariamente, da violência obstétrica - que vai desde o tratamento dado pela recepcionista das maternidades às imposições médicas.
Nos últimos dois anos, o  Ministério Público Federal registrou 53 denúncias de violência obstétrica no Brasil, sendo  três  no Amazonas. Mesmo sendo um tipo de violência ainda pouco denunciada - muitas vezes por falta de informação - há casos que chocam e traumatizam mulheres pelo resto da vida.
A vendedora Tayana se programou para ter o pequeno Luiz Antônio, hoje com oito meses, em casa.  Porém, quando começou a sentir as dores, a família bastante preocupada resolveu levá-la a uma maternidade pública.  Ela optou pelo parto ‘normal’ acreditando que tudo aconteceria naturalmente.
“A doula (acompanhantes de parto profissional) que estava comigo não pôde entrar na maternidade. Tive que ficar deitada na maca do hospital com outras gestantes ao meu lado. Duas médicas passaram por mim para fazer o ‘toque’ enquanto meu marido massageava minhas costas”.
A bolsa foi estourada pela cirurgiã obstetra com um palito. Para piorar a situação, Tayana passou pelo que mais temia: a episiotomia, um corte cirúrgico feito na região períneo. “Deitei, coloquei os pés no apoio e quando vi que a médica ia me cortar, questionei. Mas ela afirmou que como era meu primeiro filho o procedimento era necessário. Mesmo anestesiada, notei a força que ela fazia para fazer o corte. Foram  20 pontos, tive uma hemorragia e ainda estou me recuperando”, relatou.
O bebê de Tayana também não escapou da violência. “Ele chorava muito e no terceiro dia uma pediatra constatou que ele estava com a clavícula fraturada porque ele foi ‘puxado’ com muita força. Ela ainda disse que isso normalmente acontece quando eles fazem a manobra para tirar o bebê”, contou.
Momentos de terror
O que era para ser um momento perfeito tornou-se uma lembrança ruim na vida da artista plástica Marcela Aureliano. Com 32 anos, ela foi impedida de ter um parto natural “por conta da idade”, entre outros tipos de violência obstétrica que sofreu.
“Eu e meu bebê estávamos bem de saúde. Eu havia me preparado para ter meu filho em casa, mas aconteceram alguns imprevistos e meu ‘plano B’ era ir para uma maternidade pública. Já na triagem fui super mal tratada pelas enfermeiras que não sabem lidar com mulheres em trabalho de parto”.Os maus tratos foram além da enfermagem. “A primeira coisa que o médico fez foi perguntar ‘o que eu estava fazendo alí’, argumentando que ‘mulher que tem mais de 30 anos não pode ter parto normal’. Me deixaram em uma maca desconfortável, sem comida e sem água. A dor era muita e lembro que eu chorava bastante”, desabafou.
O ápice da violência foi quando Marcela recusou a ocitocina artificial (hormônio que acelera as contrações na hora do parto) e o médico a abandonou, dizendo que ela “estava fazendo tudo errado”. “Ninguém respeitava o que eu queria e eu comecei a passar mal. Me deram soro com remédio para dor. As enfermeiras falavam que eu tinha que fazer a cesárea. Na sala de cirurgia não permitiram que meu marido entrasse e ainda me mandaram calar a boca várias vezes”.
‘Apavorante’
A professora Gabriela Repolho de Andrade, 23, não sabia o que era violência obstétrica até o nascimento da primeira filha.  Diferente de Tayana e Marcela, a professora sofreu violência obstétrica em um hospital particular, onde foi internada com forte dor de cabeça e visão embaçada.
O plano de saúde não cobria o parto, apenas consultas e exames do pré-natal. “Cheguei ao atendimento de urgência e desconfiaram de pré-eclâmpsia  ( quando a grávida tem pressão arterial elevada). Por causa da carência do plano fui humilhada e constrangida pela médica, que dizia que eu tinha ido ao hospital para  ter o parto de graça”.
A parturiente  foi proibida de ter um acompanhante durante o parto, direito dado às gestantes e preconizado pelo Ministério da Saúde. “Eles me levaram para a sala de cirurgia e pediram um cheque caução para autorizar o procedimento. Mas meu marido não tinha o dinheiro na hora. Minha pressão subiu ainda mais e eu perdi a visão do lado esquerdo durante o procedimento”, contou.
Inquérito civil
Gabriela denunciou o caso ao Ministério Público do Estado (MPE-AM) e Federal (MPF-AM) em 2013, mas a denúncia foi arquivada por se tratar de “um caso isolado, de direito individual”. Orientada por um procurador, ela entrou com um processo cível na Justiça. “Ele também sugeriu formar um grupo para solicitar uma audiência pública e fazer denúncia coletiva. Desde então estamos tentando reunir as mães que passaram por violência obstétrica”.
Para a surpresa dela, o MPF-AM instaurou um inquérito civil em novembro do ano passado para avaliar possível prática de violência obstétrica nos hospitais e maternidades do Amazonas.
Posicionamento
A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) informou que está imbuída na defesa dos direitos da mulher, elaborando condutas e normas de aplicação pelos médicos com o objetivo de universalizar as boas práticas na condução do parto e na busca de caminhos e soluções mais adequadas para ampliar os direitos femininos, assim como na minimização das vulnerabilidades.
Números
Em números, 26.657 partos foram realizados em maternidades estaduais do Amazonas em 2014. Deste total, 40,6%  foram cesáreas, enquanto o índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 15%. Em uma das principais  maternidades da prefeitura de Manaus, Moura Tapajóz, 1.072 cesáreas foram feitas de um total de 2.634.
Grupo reúne vítimas de violência
As redes sociais foram as ferramentas ideais encontradas pelo grupo ‘Sagrado Feminino’ para reunir mulheres com o objetivo de compartilhar informações entre gestantes sobre hospitais, médicos e procedimentos. A mais recente luta das ‘mamães’ é para fazer uma denúncia coletiva de violência obstétrica, a fim de conseguirem uma audiência pública no Ministério Público Federal, conforme explicou uma das organizadoras, Gabriela Repolho, que também sofreu violência. 
“Fiz uma denúncia, mas foi arquivada. Então um procurador  orientou que  algumas mulheres se reunissem para apresentar documentos e relatos dos tipos de violência obstétrica que sofremos. Desde então estamos mobilizando as mães que foram vítimas, mas por algum motivo tem medo de denunciar”, ressaltou.
Além da página oficial do grupo, elas criaram uma página só para denúncias:www.facebook.com/ViolenciaObstetricaManausAM.Atualmente o grupo do Whatsapp conta com 60 integrantes e a página no Facebook tem cerca de mil  ‘curtidas’. Informações em (92) 982598643.
"Médicos são vítimas também"
 “Nós também somos violentados, gritam em nossos ouvidos, recebemos xingamentos das mães e dos acompanhantes enquanto estamos tentando fazer o atendimento da melhor maneira que nos é permitido”, declarou a presidente da Associação Amazonense de Ginecologia e Obstetrícia (Assago-AM), Hilca Espírito Santo.
De acordo com a médica, a episiotomia e ocitocina artifical são procedimentos usados “para facilitar a condução do trabalho de parto”. “A ocitocina apressa a expulsão  do bebê, são drogas que precisam ser utilizadas quase sempre. É um risco de vida não usar, pois muitas vezes as pacientes não têm produção suficiente do hormônio. Se tenho uma droga que vai  facilitar dar um ritmo às contrações, não posso lançar mão da tecnologia que me é oferecida? É para o bem da paciente”, esclareceu.
Sobre a episiotomia (corte na região do períneo), a médica explicou que é uma indicação obstétrica feita há mais de um século. “Caso não tenha esse corte, a mulher corre o risco de ter várias dilacerações e teremos que fazer a sutura depois. Não concordo em rotular esses procedimentos como violência. Não somos violentos”.
Ministério prega parto humanizado
O Ministério da Saúde informou que “estimula a adoção de práticas de humanização do atendimento, como o respeito à privacidade da mulher, a abolição da violência obstétrica (episiotomia de rotina, ocitocina artificial, jejum), um ambiente ajustado que possibilite que a gestante escolha melhores posições para o parto, entre outros”. Essas ações são realizadas por meio da estratégia Rede Cegonha, que beneficia com incentivos financeiros as maternidades que aderem ao programa. 
O secretário adjunto de atenção especializada da capital, Wagner William de Souza, garantiu que o conceito de parto humanizado está sendo implantado em toda a rede estadual de saúde. “Iniciamos o processo da implantação da Rede Cegonha.O principal a ser trabalhado é a mudança de processos de trabalhos. Algumas adaptações estruturais também estão sendo feitas na rede para facilitar essa humanização. Sabemos que infelizmente os direitos das mulheres são negados, mas o importante é esclarecer para as gestantes o que consiste um parto humanizado para que ela seja a protagonista do parto”. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

As mais pedidas dos casais veja:

É verdade que cada um tem a sua eleita, mas é nos detalhes que as posições sexuais revelam mais do que simples preferências e asseguram prazer, intimidade e até a perpetuação da espécie com garantias extras.
Desde os tempos mais remotos, o homem vem descobrindo que suas exclusivas possibilidades físicas podem lhe render mais do que trepar em árvores com facilidade, fazer pinça com os dedos ou dançar valsa. Nossos mais antigos ancestrais já sabiam que, no escurinho das cavernas, existiam outras atividades – mais prazerosas e interessantes – em que essas técnicas poderiam ser aplicadas. E a cada dia que passa, a sexualidade humana revela um leque infinito de possibilidades, pelo menos no que diz respeito às posições em que os tais fatos se consumam. Conversamos com praticantes e especialistas e resolvemos comentar e explicar as minúcias das posições preferidas de homens e mulheres. 

Para começar, uma enquete realizada aqui no canal Relacionamento, do Bolsa de Mulher, apontou que mais de 35% das mulheres – a maioria – não resiste a um homem que as deixe de quatro, literalmente. A bióloga e dublê de cantora Juliana Lopes garante que é mesmo disso que o povo gosta. "Eu nunca tinha experimentado. Minha irmã mais velha me botava um terror absurdo dizendo que doía horrores, o que me fez tirar essa posição do meu rol de possibilidades. Como meu namorado na época também não tinha proposto nada, deixei isso pra lá", lembra. Mas só até que uma certa música chamasse a atenção do moçoilo. "Estava fazendo um show com a minha banda e ele estava na platéia. Não sei o que baixou em mim, que eu resolvi provocá-lo com olhares enquanto cantava 'Lança Perfume', da Rita Lee. Só que ele ficou louco com aquela história de 'me deixa de quatro no ato, me enche de amor' e encasquetou de levar aquela idéia a fundo. Aliás, bem a fundo", comenta, maliciosamente. Demovida das idéias aterrorizantes sobre a posição, Juliana cedeu, provou e acabou gostando. "É verdade que nem sempre é bom. É uma posição que depende muito do talento do homem. Se ele não tiver competência, é péssimo. Mas se o cara for bom, é o céu", garante. 

Segundo o sexólogo Joaquim Guilherme de Castro, essa é uma das posições conhecidas há mais tempo pelo homem. "Aliás, não só por ele. A penetração por trás é típica dos mamíferos em geral", comenta. Ficar de quatro, no entanto, é motivo de muita controvérsia, já que o que é vantagem para uns, é desvantagem para outros. "Muita gente se incomoda porque essa posição impossibilita um contato corporal mais caloroso, impedindo a troca de beijos e abraços por exemplo. Mas muitas mulheres se excitam justamente com isso, com o fato de não ver o rosto de quem a está penetrando. Isso pode estimular as fantasias", afirma. O também sexólogo e ginecologista Sylvan Faggiani acrescenta que a posição pode funcionar como um ótimo estimulante à intimidade. "Não encarar o parceiro frente a frente acaba servindo como um bom ingrediente para quebrar a inibição do começo da relação", indica. 

Sobre a dor que eventualmente traumatiza algumas mulheres, Joaquim explica que é tudo uma questão de "sintonia fina". "Cabe ao casal fazer pequenos ajustes físicos para encontrar a posição que mais lhes dê prazer. É claro que existem casos específicos, como um homem que tenha um pênis muito grande ou uma mulher que não consiga relaxar. Mas, de um modo geral, toda mulher pode e deve sentir prazer com essa posição", diz. O que não impede, no entanto, que ele faça algumas indicações para facilitar o "encaixe". "Elevando os quadris, a mulher facilita uma penetração mais profunda e a estimulação da vulva e também do clitóris", afirma. Sylvan Faggiani garante que uma possibilidade para tornar esse tipo de relação mais prazerosa é adotar uma variação em pé ou deitada. "A penetração é tão profunda quanto, mas dessa maneira, o contato corporal é maior, o que pode ajudar a mulher a relaxar mais", completa. 

A mesma enquete que mostrou que a posição de quatro é a preferida entre as nossas usuárias também elegeu como vice a "sentada por cima", com aproximadamente 30% dos votos. "As mulheres gostam de ter o controle da situação", comenta Joaquim Castro. E a designer Marina Graieb não nega. "Me sinto uma rainha! Eu e meu marido gostamos dessa posição principalmente no final, porque eu posso controlar o orgasmo dele. Fico provocando o tempo todo", conta. O Dr. Sylvan diz que existem duas pequenas variações do que ele chama de "carro alegórico", que vão de acordo com a inclinação da mulher. "Com o corpo um pouco voltado para frente, a penetração não é tão profunda. Mas, em compensação, há uma estimulação forte da glande. Já sentada em ângulo reto, a penetração é mais completa", explica. 

A posição pode também ajudar a resolver disfunções dos rapazes. "Ela é a mais indicada nos tratamentos de ejaculação precoce porque é a mulher quem detém o controle da penetração. É ela, com a inclinação do corpo, quem determina o orgasmo do homem", garante Joaquim Castro. Para tornar o contato mais íntimo e transformar o seu desfile de alegorias em um romântico cortejo, os sexólogos recomendam uma variação dessa posição. "Com os dois sentados, um de frente para o outro, com a mulher colocada por cima, o prazer continua intenso", afirma Sylvan. Joaquim diz que o envolvimento sentimental proporcionado por essa outra versão faz dessa posição uma das mais apaixonadas. "A troca de olhares, as palavras, os carinhos. Ela é ideal para tudo isso", acredita. 

Agora, se não há muito tempo ou espaço, nada como a posição da tesoura. "Para aventuras out-bed é a minha preferida. É fácil, muito confortável e é prazer garantido para os dois. Sem falar na versatilidade, porque dá pra fazer em qualquer lugar, basta ter uma bancadinha. Já transei até no banheiro do avião assim", confessa a veterinária Paula Gonçalves. Para Joaquim Castro, a posição é mesmo o que há de mais prático. "Não tem muito mistério. Mesmo que não haja lugar para se encostar, o homem está com as mãos livres e pode apoiar a mulher. Além disso, nem é preciso tirar a roupa toda", afirma. No recém-lançado livro "Kama Sutra no Local de Trabalho" (Ediouro), a autora Julianne Balmain também cita a tesoura como uma mão-na-roda para rapidinhas em lugares proibidos. "Esses excitantes encontros exigem habilidades e planejamento, pois deve ser tudo muito rápido. A penetração não pode esperar muito e talvez não se estenda a mais do que vinte ou trinta movimentos. Essa posição contribui muito para uma forma de erotismo mais exacerbada: é correr para o orgasmo ou ficar pelo caminho", diz. 

Para os mais preguiçosos, porém, os especialistas garantem que a posição ideal ainda é a popularmente conhecida como frango assado ou desnível. "Não é preciso fazer quase nada. É o peso do homem que faz o movimento da penetração", explica Joaquim. Sylvan também afirma que a posição dá prazer para os dois, na mesma intensidade. "Como o ventre fica dobrado, a vagina encurta. Assim, a penetração é mais profunda, além de proporcionar um contato maior da pélvis com o clitóris", comenta. O desnível, inclusive, facilita a fecundação, principalmente se contar com a ajuda de um acessório útil até para o próprio conforto de quem pratica: o célebre travesseirinho, devidamente alojado sob os quadris. "Dessa maneira, o fluxo de espermatozóides para o colo uterino é facilitado. Entretanto, a almofada não pode ser muito grande, já que muita inclinação pode empurrar o sêmen para trás do colo", informa Sylvan. Ele também recomenda que mulheres com o útero elevado evitem a posição, pois podem se machucar durante a penetração. 

Falando em gravidez, se depois de muito experimentar o desnível, os efeitos do travesseirinho começarem a aparecer em alguns meses, isso não significa que é hora de dar um tempo na vida sexual. As grávidas podem optar pela posição da cigarra, também chamada "de ladinho". "É uma posição muito confortável, em que a penetração não é tão profunda. E além de ser convidativa a explorar outras áreas de sensibilidade do corpo, o ventre da mulher não fica exposto a eventuais 'acidentes de trabalho'", brinca Joaquim Castro. Sylvan Faggini alerta ainda que é o ginecologista quem deve dar melhores indicações sobre o assunto, de acordo com o processo de gestação. Feito isso, depois de laterais nove meses de espera, as saudades devem ser matadas em grande estilo. "Quer melhor momento na vida de um casal para um papai-e-mamãe?", finaliza. 

O MITO DA MULHER BOA DE CAMA!

Nada de malabarismos ou coleção de recordes. Apesar das diferenças, homens e mulheres concordam: a mulher boa de cama é aquela que se adapta às circunstâncias, e sabe que carinho é bom, mas que um tapinha também não dói.
Povoada por homens e mulheres infalíveis e insaciáveis, a mitologia sexual é recheada de mistérios. Uma dessas lendas mais intrigantes é a da mulher boa de cama. Quando resolvemos descobrir quem é essa criatura capaz de arrancar aplausos em suas performances e de, com elas, manter homens eternamente encoleirados e efeitiçados, descobrimos peculiaridades nas opiniões de homens e mulheres. Muito mais do que uma mera curiosidade, o assunto acabou suscitando uma discussão quase tão antiga quanto a nossa própria sociedade. Mas, no final das contas, acabamos descobrindo que, entre quatro paredes, o que vale mesmo, para homens e mulheres, é ganhar intimidade e se soltar.
Para eles, a mulher boa de cama é aquela que se despe não só das roupas como também dos pudores. “Para mim, tem que ter muita sacanagem, gosto de uma coisa meio selvagem. Aquelas carinhas de ‘vem me pegar’, com os cabelos jogados na cara. Fico doido”, diz o webdesigner Wandher Souza. É exatamente o mesmo tipo que também deixa o engenheiro Gilberto Santhiago subindo pelas paredes. “Gosto daquela mulher que impressiona, toma a iniciativa em posições, idéias, que seja fogosa, muito safada. Que não tenha medo de se liberar, de soltar o lado puta”, explica. O publicitário Bruno Xavier lembra ainda de um outro detalhe que ele julga importante: “Além de ser absolutamente despudorada, a mulher boa de cama tem que deixar a gente saber o que está acontecendo. O que ela tá gostando, o que ela está fazendo. Não basta sentir, tem que dizer. Adoro ouvir aquelas sacanagens”, conta.
Mas será que é esse o personagem que as mulheres querem vestir na cama? Para elas, apesar do medo de se surpreender consigo mesma, o importante é transitar por todas as zonas. Literalmente. “Soltar os pudores e ser ‘a puta’ é legal, mas nem sempre. Às vezes, o clima pede isso, outras, pede um tipo de envolvimento diferente. A graça é poder fazer de tudo. Pra mim, a mulher boa de cama é aquela que sabe ser puta ou santa, na hora certa”, acredita a jornalista Tereza Coutinho. A empresária Luísa Penteado faz um alerta e afirma que a receita de sucesso dada pelos próprios homens é um tiro que pode acabar saindo pela culatra. “O homem diz que quer ter uma mulher bem descarada na cama, bem safada. No entanto, se ela chega entrando de sola na primeira noite, ele se assusta, acha que ela é uma desqualificada na vida. É uma hipocrisia”, reclama. O economista Fernando Amaral defende a classe e, sem esquecer que para levar uma mulher para cama é preciso agradar, resume o jogo: “A mulher boa de cama é aquela que sabe o quê, quando e quanto o outro está a fim. Tem que ajudar a criar uma intimidade e, depois disso, à vontade, não ter preconceito, nem muito pudor. Saber que carinho é bom e que um tapinha não dói”, define.
A sexóloga Sandra Jablonski acredita que essa discussão, na realidade, vai muito além da brincadeira e da curiosidade natural. Para ela, o assunto reflete uma manipulação social sobre o comportamento feminino. “A mulher vive nesse dilema de personagens entre a santa e a puta. A santa é aquela cujo comportamento sexual não gera suspeitas, que é digna de confiança e de respeito e que tem valor suficiente para ser escolhida como esposa e mãe dos filhos de um homem. Já a puta não é aquela que troca o sexo por dinheiro. É toda aquela mulher que não se encaixa no padrão de santa. Por isso, esse tipo de classificação acaba fazendo com que as mulheres tenham medo da própria liberação e independência sexual, fazendo de tudo para manter um comportamento como manda o figurino social”, acredita. No entanto, ela comenta que, por ora, seja qual for o papel assumido pela mulher, o homem precisa dos dois para se satisfazer completamente. “A mulher que vai fazê-lo feliz é aquela que vai entender de quem ele está precisando em cada momento, seja no sexo ou no relacionamento como um todo. Sentindo essa segurança, ele vai retribuir, os dois vão deixar os personagens de lado e ganhar em intimidade e prazer”, garante.

Sex@, literalmente, oral !

A língua tem, além de beijinhos e lambidinhas, outras funções na relação sex@al. O diálogo na cama é um estimulante tão poderoso que muitas vezes se transforma num ingrediente fundamental para o sex@.

Segundo o Kama Sutra, existem cerca de 484 zonas erógenas conhecidas no corpo humano, entre as quais, a língua. O que pouco se sabe – mas muito se sente – é que esse órgão tão repleto de terminações nervosas não é bom apenas no contato direto. Na cama, as palavras também têm um papel extremamente essencial: além de excitantes, são um eficiente termômetro do prazer e ajudam a demarcar alguns limites. Portanto, antes que os engraçadinhos de plantão digam que, entre lençóis, existem coisas melhores para fazer com a boca do que falar, é importante saber que o diálogo na cama é fundamental para um bom desempenho, dentro e fora dela.

Mesmo com tantos benefícios, muita gente ainda se sente acanhada em soltar o verbo. "Eu não falava quase nada, mas um ex-namorado me desinibiu. Antes, ficava só no 'ai, meu Deus' e 'que dedinho é esse, hein?'", confessa a secretária Myriam Soares. "O mais engraçado é que ele era a criatura mais certinha da face da Terra, daqueles advogados engravatados, seriíssimos", lembra. A surpresa de ver o rapaz se revelando na cama foi crucial para que ela também se rendesse aos apelos do sexo verbal. "Era uma maravilha. Como demoramos um pouco a ir para a cama, já tínhamos criado alguma intimidade quando aconteceu. Logo na primeira noite, ele arrancou minha roupa, me pegou de jeito e me disse uma porção daquelas baixarias que todo mundo gosta de ouvir. Fiquei excitadíssima!", conta. Hoje, para ela, um homem bom de cama tem que ser bom de lábia. "Nisso meu ex foi inesquecível", afirma.

Na cama, os assuntos em pauta são os mais diversos. A "scort-girl" paulistana Nana, há sete anos atendente de um sex-phone, garante que não há discurso pronto para agradar a homens ou mulheres. "Mas a maioria deles prefere ouvir coisas mais fortes, palavrões, xingamentos. Eles também gostam de se sentir potentes, absolutos, os reis do mundo", revela. Já as mulheres, de acordo com Nana, se excitam geralmente com palavras mais leves, embora algumas também curtam algo mais hardcore. "Dizer para uma mulher que ela é bonita e ir aguçando a sua sensualidade é deixá-la louca", garante. É o caso da professora Juliana Garzon, que considera o romantismo do namorado sua ferramenta mais excitante. "Quando chegamos juntos ao orgasmo, ele me abraça e quase gozo de novo quando ele me diz no ouvido, bem ofegante, que me ama e que sou a mulher mais maravilhosa do mundo", diz.
Mas como sexo se resume, basicamente, a preferências pessoais, o que deixa alguns subindo pelas paredes, para outros é um balde de gelo. Na opinião da jornalista Anne Moreira, ouvir um 'eu te amo' ou "você é o amor da minha vida" no meio de um picante rala-e-rola é o que há de mais desestimulante. "Muito guti-guti na cama é o fim. Acho que gosto de pensar que estamos lá pelo prazer e não pelo amor", declara. Segundo o psiquiatra e terapeuta sexual Moacir Costa, isso pode ser sinal de medo de compromisso. Ele diz que, para grande parte das pessoas, expressões de amor possuem um peso destoante em relação ao clima da hora do sexo. "As expressões faladas durante a relação são absolutamente espontâneas. E tudo isso está ligado às fantasias sexuais, que só são liberadas na cama", explica.
Portanto, se uma declaração romântica tradicional não combina com expressões do tipo "cachorra" ou "safado", não há motivo para culpa: entre quatro paredes até a mais chula das palavras pode ser uma expressão de carinho. "Quando os dois estão na mesma sintonia, vale tudo. Não há nada mais gostoso do que perceber que o outro também está sentindo prazer com os nossos desejos e entrando na brincadeira. Mas, depois de tudo, dizer um 'eu te amo' pode ser uma forma muito legal de dizer que tudo foi ótimo", comenta Dr. Moacir. Para ele, a cumplicidade ainda é um dos fatores mais prazerosos do sexo.
Mas para alcançar a tal cumplicidade é preciso, além de convivência, muito papo fora da cama. Escancarar de primeira as taras verbais pode ter conseqüências desastrosas. O economista Flávio Furtado foi ao motel com a nova namorada e descobriu que, para as fantasias da moça, nem o céu era o limite. "Estávamos lá, no maior amasso, aquela doideira toda. Em meio a gemidos e coisas do tipo 'vai', 'vem' e outras, ela me vira e dispara: 'vai com tudo, meu homem de Krypton'. Tive uma crise de riso na mesma hora e só parei uns 20 minutos depois", lembra. Mas errar a mão, ou melhor, a língua, não significa perder uma ótima oportunidade de ficar calada. Segundo o Dr. Moacir, o silêncio é ainda mais desanimador do que qualquer furo. "Essa quietação, essa mudez que lembra um funeral, pode ser extremamente destrutiva para o casal. A comunicação implica em aprendizado e em conhecimento das preferências do parceiro. E como o sexo é uma atividade a dois, isso significa aprimoramento sexual", garante.
Para não deixar que o rangido da cama seja o único som do seu quarto de casal, a "scort-girl" Nana dá algumas dicas. "Ler bons contos eróticos para se familiarizar com a linguagem é ótimo", recomenda. O sexo por telefone também é um bom começo para se soltar. "É sempre mais fácil se desinibir à distância", comenta. E não economize nos adjetivos. "Não diga 'a minha bundinha', somente. Diga 'a minha bundinha gostosa' ou 'os seus braços fortes'", orienta Nana. Para finalizar, o Dr. Moacir lembra que o mais importante nos diálogos sexuais é sentir o grau de receptividade do parceiro. "Falar sobre fantasias sexuais pode ser um estímulo ou um bloqueio. Os limites e vontades do outro devem ser respeitados e, para isso, nada melhor do que uma boa conversa", finaliza.

DIZEM QUE O SELVAGEM É MAIS GOSTOSO E ESTIMULA MAIS O CASAL? VEJA:

Numa sensual briga de beijos e arranhões, o ser humano vive seu lado mais animal se entregando ao sexo selvagem. Longe de estar restrita a amantes e filmes hollywoodianos, essa prática pode abrir os horizontes de uma relação e salvá-la da rotina.

Ele vai rondando a toca enquanto sente as provocações dela, à espera do bote certeiro. As pernas se debatem, os corpos se espicham, numa briga ofegante de beijos e abraços, cabelos e vontades embaraçados. Na selva dos lençóis, o sexo selvagem é a representação mais íntima do nosso instinto animal. Para muitos casais, o lado carnal do relacionamento é quem manda e é dele que surgem, da maneira mais verdadeira, as diferenças entre homem e mulher, o amor e o respeito.

As vantagens de uma noite de sexo selvagem, segundo os adeptos da prática, são incontáveis. "É um relaxamento das tensões. Acho que, na cama, nada reflete com tanta fidelidade os sentimentos, conscientes e inconscientes, meus e do meu namorado", acredita a arquiteta Márcia Cardoso. Ela explica que o sexo selvagem funciona em seu relacionamento como uma espécie de válvula de escape. "É um desabafo. Em frações de segundo a gente se ama, se odeia, se aperta, se beija. Tudo é vivido com muita intensidade. Quando terminamos, nos sentimos limpos, sem nada guardado. E nos querendo e compreendendo cada vez mais", conta.
Visto assim, o sexo animal é o que há de mais romântico e profundo em um relacionamento. Acontece que, para muita gente, encarnar caça e caçador no meio de tantos valores e conceitos ditos mais civilizados não é tão simples assim como explica a selvagem arquiteta. "É muito complicado mesmo. Da porta do quarto pra fora, a relação pode ser uma. Dali para dentro, outra completamente diferente. Existe, hoje em dia, muito medo do que é físico, do que é desejo, do que não tem uma espécie de racionalidade emocional por trás", concorda Márcia. Então, já que o assunto é carnal, será que o amor é mesmo tão importante na prática do sexo selvagem? "Para mim, é uma das únicas modalidades de sexo em que o carinho não é tão essencial para que seja completo", responde a empresária Marina Sampaio.
Para ela, quanto mais superficial for o relacionamento, melhor para a selvageria. "É uma coisa de tensão sexual, não é exatamente de paixão, de querer bem, de carinho. O importante ali é o prazer, é quase uma luta de dominação", comenta. Já a professora Simone Couto acredita que sexo é sexo, ainda mais na jaula dos humanos. "Acho que o amor é importante sempre. Senão, não há satisfação própria e nem vontade de saciar os desejos do outro, mesmo que seja uma coisa puramente carnal. Sexo é dar e receber sempre, até fisicamente falando", comenta, lembrando que amor e intimidade são coisas bem diferentes.
O setor masculino – como era de se esperar – concorda, pelo menos a princípio, com a opinião da professora. "É muito difícil tentar essas coisas com a mulher que a gente ama. O homem precisa ter a imagem de uma mulher respeitável ao lado dele e todas essas práticas sexuais mais eufóricas não fazem parte desse universo 'santinho', imaculado", comenta o administrador de empresas Roberto Nunes. Mas, para a jornalista Tatiana Pereira, eles se preocupam demais com as leis da selva. "Os homens têm problemas mentais, ou então não conseguem mandar sangue para o coração e pro dito cujo ao mesmo tempo. Eles tem que escolher um dos dois, então quando estão amando, o sexo acaba perdendo", afirma.
A sexóloga e psicoterapeuta Carmem Pompeu explica que, antes de entender as discordâncias do assunto, é fundamental perceber um fato muito simples: tratam-se, acima de tudo, de homens e mulheres. "São criaturas completamente diferentes, agindo como animais, mas sob o peso da racionalidade", comenta. "A evolução do homem, sempre com a obrigação de guerrear, de proteger, organizou o seu papel social e sua mentalidade em relação à mulher de uma maneira muito paradoxal", teoriza. Segundo ela, ao passo que o homem não pode se mostrar inseguro, ele também necessita de uma espécie de aprovação feminina. "É isso que traça, basicamente, a relação de dependência dos dois. Uma prova de que isso se estende até os dias de hoje é que um homem com problemas no trabalho, se torna inseguro no relacionamento, com medo de ser visto como um derrotado", completa.
Se na estrutura básica do relacionamento homem-mulher poucas coisas mudaram das épocas pré-históricas, o conceito de sexualidade virou, literalmente, de pernas para o ar. "O sexo selvagem legítimo, aquele feito pelos homens e mulheres primitivos era muito diferente do sexo selvagem de hoje em dia", explica Carmem. Segundo ela, naqueles tempos cavernosos, a principal preocupação era a de que o homem atingisse o orgasmo o mais rápido possível, para não ficar a mercê de – diga-se de passagem, covardes – ataques de inimigos ou predadores. "A consciência do envolvimento sentimental transformou e continua transformando a sexualidade humana. Da mesma forma que ela vem igualando a importância do homem e da mulher na vida sexual do casal e vem lhes dando cada vez mais independência nas suas escolhas, também alimenta a sociedade de preconceitos e visões deturpadas sobre certos valores, como a monogamia, por exemplo", acrescenta.
Carmem acredita que práticas como o chamado sexo selvagem são as melhores armas para lutar contra essa mentalidade. "Isso garante o fim da rotina porque dá ao casal novas possibilidades de expressão sexual e, assim, se revelar para o outro de uma maneira mais verdadeira", afirma. O sexo – selvagem, animal, racional, emocional – é, em potencial, um meio de diálogo muito poderoso. Se entregar às vontades sem culpas ou "encanações" é a maneira mais prazerosa de se conhecer. O que ninguém pode negar é que fazer essa descoberta a dois é ainda melhor.

Dez dicas básicas para um sex@ mais gostoso veja:

Não deixe o sexo cair na rotina. Aprenda dez dicas básicas e fáceis de fazer que vão levar você e seu companheiro ao delírio.

As preocupações com trabalho, contas e a correria do dia-a-dia são responsáveis pelo estresse que atormenta quase toda a população e até mesmo o sexo sofre as conseqüências desse quadro. Aí o que era para ser bom e servir como uma válvula de escape para a tormenta, acaba ficando meio de lado, virando apenas mais uma obrigação, quase automática, do casal. Alguns casais não se preocupam nem mesmo em variar as posições, tamanha a preguiça. Resultado: o tesão diminui, as pessoas se afastam e os casamentos vão por água à baixo. Para que isso não aconteça, nós preparamos dez dicas básicas para um sexo mais gostoso e renovador. Só não esqueça de deixar as crianças com a avó...que a casa vazia também é um poderoso afrodisíaco.

Escolha o lugar certo – Tudo bem que a cama de casal da sua casa é super confortável e o sofá também, mas convenhamos... na hora de incrementar o sexo não dá para manter aquilo que já é rotina! Escolher um lugar inusitado, mesmo que seja um motel que vocês ainda não tenham ido juntos, pode fazer toda a diferença. É preciso variar. Lugares inusitados como praias, cachoeiras ou até um estacionamento (por que não?) são capazes de dar novos ares à relação.
Crie o clima – Se não for possível sair de casa, seja por falta de grana ou qualquer outra razão, transforme o seu lar-doce-lar em um novo ninho de amor. Remova fotos e objetos familiares para renovar o ambiente, ilumine o quarto com velas, acenda um incenso suave, coloque uma música baixinha e mãos à obra. Você também podem fazer isso no banheiro e aproveitar uma dica dos aromoterapeutas: três gotas de óleo de sândalo, três de patchouli e duas de lavanda... depois é só mergulhar na banheira. A mistura é ativadora da libido!
Deliciosa tortura – Peça para que ele se controle durante a brincadeira e para que tente, ao máximo, não se mover. Se você quiser garantir o controle da situação, vale a pena propor amarrá-lo de alguma forma. Quando estiverem deitados, comece a beijá-lo lentamente, explorando cada pedacinho de seu corpo com os lábios e a língua, e dê pequenas mordidas, em diferentes intensidades. Faça isso durante, pelo menos, vinte minutos. Avise-o que ele deverá aproveitar cada segundo e aprender direitinho para poder retribuir.
Explore o paladar – Vinho, champagne, morangos, chocolate derretido, mel, iogurte, uvas, leite condensado... escolha a sua guloseima preferida – e a dele – e se lambuzem. Deixe tudo à mão para não precisar interromper o "aquecimento". A essa altura você já deverá ter libertado o seu parceiro das amarras e essa é a hora de antecipar a sobremesa. Espalhem o chocolate, por exemplo, por alguns pontos do corpo um do outro e se deliciem. Para evitar qualquer tipo de preocupação, como manchas no lençol ou vinho pelo tapete, coloque algumas toalhas embaixo de vocês antes de começar o banquete.
Esqueça a calcinha – Isso mesmo. Qual o homem que não se lembra da fatídica cruzada de pernas de Sharon Stone – sem calcinha – no filme Instinto Selvagem? Saiam para jantar ou para ver um filme no cinema. Na primeira oportunidade avise-o que, por causa da pressa na hora de se arrumar, você acabou esquecendo de vestir a calcinha e faça com que ele se certifique disso passando a mão por cima de sua saia ou vestido. Ele vai enlouquecer!
Sexo verbal – Preparem-se para uma noite pra lá de "caliente" usando apenas a imaginação e o telefone. Ligue para ele durante o dia e diga tudo o que você pretende fazer quando se encontrarem mais tarde. Seja detalhista. Descreva cada intenção com detalhes. Espere ele entrar no jogo e te surpreender com bombásticas declarações. Mas tome cuidado para não ter ninguém ouvindo ao lado escutando a conversa!
Faça o pacto do sexo oral – Que os homens adoram receber um bom sexo oral todo mundo já sabe. Então, aproveite esse assumido ponto fraco dele para exigir um maravilhoso sexo oral para você também. Vocês podem definir o tempo que vai ser dedicado à prática ou disputar para ver quem consegue proporcionar as mais diferentes sensações. Faça-o delirar usando a língua e os lábios de forma circular, contornando a cabeça do pênis, e incremente com algumas vibrações com a própria língua. Como retribuição, convide-o à explorar o seu clitóris.
Gelo para fazer pegar fogo – Você já deve ter visto esta cena em algum filme, mas quem já tirou à prova garante que vale a pena. Peça para ele prender uma pedra de gelo na boca, entre os dentes, e passear por todo o seu corpo sem pressa. As costas e o bumbum normalmente são super sensíveis a esse tipo de estímulo, mas faça com que ele descubra outras áreas de prazer. Quando a pedra de gelo estiver pequenininha você ainda pode pedir a ele que coloque-a na entrada da sua vagina... há quem afirme que a sensação de misturar o frio do gelo com o calor do atrito é sensacional.
O poder dos travesseiros – Eles vivem na sua cama e você talvez nunca tenha dado a devida atenção a eles. Por isso mesmo é hora de dar uma incrementada na sua vida sexual com um ou dois travesseiros estrategicamente posicionados. Coloque-os em baixo da coluna, na altura do quadril. Parece bobagem, mas essa pequena elevação garante um excelente ângulo no momento da penetração. Você vai perceber que dessa forma o pênis se encaixa melhor e ainda consegue roçar o seu clitóris, o que pode lhe proporcionar ondas de prazer bem mais intensas.
Visite uma sex shop – São tantos acessórios e apetrechos que não dá para sair incólume delas. Se o seu parceiro é louco por sexo anal, e você nunca teve coragem de fazer, lá você encontra anestésicos para facilitar a sua decisão. Se o problema é a rotina, lá estão fantasias (enfermeira, colegial, etc), algemas, chicotes, vídeos eróticos e tudo o que você precisa para surpreendê-lo com novidades. Se você ainda não descobriu o caminho do paraíso de seu próprio corpo e, obviamente, ainda não sabe indicá-lo ao seu amado, descubra-se com vibradores, creminhos e estimuladores clitorianos. É tiro e queda!